Jesus, o pão do céu perseguido pelos murmúrios dos fariseus brasileiros!

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Os murmuradores eram aliados do império dos assassinos de Jesus e dos assassinos de hoje. Os atuais murmuradores e traidores são comparsas dos fariseus.

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Jesus é o pão revolucionário da vida!

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No evangelho deste 05/08/18, João 6, 24 – 35, vê-se a crítica à satisfação do consumo de pão por parte do povo. Jesus se coloca como a satisfação inesgotável e eterna ao se apresentar como pão da vida. Como pão da vida, Jesus, como ele mesmo ensinou, só pode ser alimento quando captado pela fé, que nos torna também pães revolucionários da vida.

Entenda acessando o vídeo abaixo. Curta, se inscreva no canal, acione o sininho, comente, compartilhe e visite http://cartasprofeticas.org

Dois modelos de igrejas: um  o dos poderosos e seus auxiliares e o outro o de Jesus pobre para os pobres

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Acesse para ver o testemunho de Waldirene  Gonçalves da Cruz  sobre o segundo, mais e evangélico modelo de igreja.

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Frei Sérgio Görgen fala sobre a greve de fome da qual participa

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Acesse aqui para ver o juízo em que se constitue a greve de fome da qual participa Frei Sérgio Görgen, lider do movimento dos pequenos agricultores.

Numa conjuntura de cristãos comerciantes da fé, de sacramentos, alienados e aliados da direita pilar da classe cominate, o testemunho de Frei Sérgio  é grito perturbador que brado pela conversão ao Jesus de Nazaré, abandonado por padres, bispos e pastores, que preferem o caminho fácil da bajulação dos poderosos e da omissão antiprofética em face das injustiças brutais que jogas milhões na miséria e na fome.

 

Nota de esclarecimento sobre mentiras a respeito da Igreja

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Nós, ++Dom Orvandil Moreira Barbosa, Arcebispo Primaz, pela Câmara Episcopal, esclarecemos em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo a todas as pessoas que lerem esta nota que homens que se dizem sagrados bispos em São Paulo no dia 29/07/18 pela Igreja Católica Anglicana usam falsa e mentirosamente o nome desta instituição eclesiástica.

Nossa igreja não sagrou nenhum bispo após seu registro em cartório e na receita federal nem a ninguém designou para o Rio Grande do Sul, Espírito Santo, São Paulo e Amazônia.

Os enganadores que usam falsamente o nome da Igreja Católica Anglicana no what’s app, no Facebook ou em qualquer outro meio o fazem para tirar proveito e de má fé.

Repudiamos gesto tão ignóbil, falso e diabólico para prejudicar o nome da Igreja, confundindo-o com ordenações e sagrações de pessoas desqualificadas e despreparadas intelectual e teologicamente.

Outrossim, não compactuamos com quem faz do sacerdócio meio comercial para venda de sacramentos, notadamente de casamentos com objetivos de obtenção de lucros pessoais e até empresariais.

A Igreja Católica Anglicana também rejeita alianças com setores “institucionais”  e denominacionais que se aliam com a direita e com o poder econômico, como a indústria de armamentos, com os bancos e com o que há de mais satânico impetrado pelo imperialismo internacional no mundo.

Jamais ordenaremos e sagraremos homens e mulheres para serem meros profissionais sacrementalistas e comerciantes da fé. Por isso buscamos crescimento na perspectiva do que Jesus ensinou como libertação e opção preferencial absoluta e radical pelos pobres na construção da compaixão e da justiça, como sementes incontestes do projeto de Jesus, o libertador, na construção de sociedade justa. Portanto, buscamos o crescimento junto ao povo e para o povo,  sempre pelos caminhos do serviço na luta e na comunhão com os mais injustiçados, excluídos e banidos dos direitos ao gozo dos frutos do trabalho e do bem. O inchamento como característica de ajuntamento desqualificado de gangues, eivado de rixas, divisionismos, vaidades, ameaças, disputas internas, busca de vantagens à custa do povo e concorrência com outros não são os nossos princípios.

Cremos que a bênção de Yahawe só agracia, até com a possibilidade de perseguições, calúnias, injúrias, ameaças seja por what’s app ou fisicamente a quem é fiel ao que Jesus ensinou em Lucas 4, 16 – 19.

Não temer é ato de fé libertadora. Não recuar em honra ao sangue dos mártires da fé é fruto da opção em ser igreja que ama a justiça e a misericórdia na luta e por quem luta, liberta das configurações oportunistas da religiosidade de mercado.

Que Deus nos abençoe! Amém!

Os pães e os peixes partilhados não permitem a fome!

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O Evangelho de João 6, 1 – 15 para dia 29/07/18 é enfático na questão da fé em relação à partilha de pães para alimentar o povo.

A não aceitação da fome como coisa natural ou simplesmente do mundo é postura  cristã essencial e justa. Fora disso a religiosidade é herética e sem sentido.

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A Igreja Católica Anglicana ingressará no STF com pedido de habeas corpus para Lula

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A Câmara Episcopal, aproveitando o encontro de formação à luz da teologia da libertação que a Diocese Católica Anglicana da Amazônia promoveu em Cametá, Pará, aprovou o encaminhamento do pedido de habeas corpus no STF ou no STJ para o ex presidente Luis Inácio Lula da Silva .

O vídeo abaixo retrata essa decisão. Acesse, curta, acione o sininho, inscreva-se, compartilhe e visite http://cartasprofeticas.org

Jesus rompe com as estruturas do cansaço e da fome

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O evangelho de Marcos 6, 30 – 34, do domingo de 22 de julho de 2018, destaca o ensino de Jesus ligado ao agir dos discípulos; o cansaço que busca o direito do descanso e a compaixão como valor supremo para denunciar a desorientação do povo, que vive como como ovelhas sem pastor.

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Festas de São João e o profeta degolado

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Lucas 1, 57 – 66.

Nossas festas de São João têm a alegria imaginada do anúncio do nascimento de João, o Batista, por Isabel à sua prima Maria, mãe de Jesus e da festa que ambas e os vizinhos fizeram.

Uma lenda sobre a fogueira acesa sobre uma montanha por Isabel para anunciar o nascimento do filho à prima deu origem às nossas fogueiras e danças ao seu redor.

As festas em celebração à fertilidade dos frutos da terra são antigas e tomaram conta da Europa antes do cristianismo. A Igreja de Roma tentou eliminá-las, não conseguindo as absorveu pelas liturgias cristãs.

Nosso evangelho deste domingo, 24/06/18, mostra a mudez de Zacarias pelo impacto da apresentação de seu filho João com 8 dias no templo.

Zacarias representa a profecia calada entre os dois testamentos, agora revigorada com o novo sentido da aliança que começa em Jesus.

Como sacerdote do templo,  Zacarias simboliza o culto mecânico e sem compromisso com o povo massacrado pelo império romano e pela traição do sacerdócio e dos profetas.

João viverá profunda experiência com os essênios e com eles aprenderá a “lei” da partilha e da socialização dos bens da terra, que mais do que as festas são essenciais à vida comunitária de todos.

João foi assassinado a mando de Herodes por causa desse compromisso com a vida.

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Abraços.

O Reino de Jesus cresce em silêncio no mundo inteiro

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O evangelho de Marcos foi experimentado e escrito pela comunidade dos cristãos em Roma no ano 71 de nossa era.

No contexto escravocrata de profundas e desumanas injustiças, sobre cujo sistema econômico se erguia o império explorador, crescia em silêncio a comunidade dos cristãos.

Contraditório a Roma poderosa e desumana o pequeno grupo de seguidores de Jesus detonava o sistema ao acolher escravos e, esporadicamente, senhores que se convertiam e abandonavam o sistema por vê-lo em contradição gritante com o que Jesus ensinou e com o que os cristãos viviam na partilha dos pães e da solidariedade.

A inspiração desses cristãos perseguidos por Nero, acusados de incendiar Roma, vinha da experiência do pequenino grupo de Jesus na Galileia, que acolhia pescadores, camponeses, publicanos, mulheres, doentes e todos os excluídos pelo judaísmo farisaico.

A parábola do homem que semeia na terra e depois aguarda os frutos, sem saber o que acontece, ensina que esta é a missão dos cristãos que jogam as sementes do Reino e aguardam a colheita que será feita por Jesus.

Na parábola da mostarda vê-se a comparação com o Reino que começa como semente pequena e cresce frondosamente para acolher e abrigar com paz a todos que a ele se integram, tornando-se também semeadores.

O objetivo do Reino proposto por Jesus é a paz como a sombra da mostarda, que acolhe os pássaros e os passantes cansados.

Muitos, como os romanos e como os judeus fariseus, não reconhecem os sinais do Reino nem mesmo Jesus como messias em quem o Reino se realiza, porque seus sistemas de vida os cega, como aconteceu aos césares e aos fariseus.

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Familiares de Jesus e religiosos o acusaram de ser possuído pelo deus dos estercos!

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Evangelho de Marcos do dia 10/06/18.

O evangelho de Marcos trabalha com a pergunta da comunidade: quem é Jesus?

Familiares de Jesus e os religiosos diziam que ele era louco e possuído por Belzebu, o deus dos estercos e senhor das moscas.

Mas a comunidade de São Marcos o via como messias dos pobres, a quem ele chamava de irmãos, irmãs e mãe. A eles Jesus definiu como sua a família, liberta da noção estreita de clã e reduto consanguíneo.

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Jesus come, cura no sábado e enfrenta o conflito de classes

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Evangelho do dia 03/06/18 – Marcos 2, 23 – 3, 6.

É libertador olhar para este Jesus retratado por São Marcos.

  1. Jesus na lavoura de trigo se conflita com os interesses dominantes representados pelos fariseus defensores da lei como dogma opressor e pelo partido herodiano, ponta de lança do império romano dominador.

Jesus defende o direito da alimentação, mesmo que seja no sábado, porque o ser humano está acima das leis sequestradas para oprimir.

  1. Acima da lei porque esta dever servir ao ser humano para proteger seu direito a se alimentar e a ser curado.

Alimentação e cura são valores integrantes da salvação libertadora, porque o ser humano é integral e não departamentalizado.

  1. Ao ser Senhor do sábado Jesus se contrapõe aos senhores do mundo opressor, que se acham donos no uso da lei para impedir que as pessoas se alimentem e se curem.

O senhorio de Jesus é a inclusão das pessoas para serem também senhoras da vida  no uso da lei como conteúdo da justiça e do bem.

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Quer viver sua fé numa igreja comprometida com Jesus e com os oprimidos?

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“Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós. Em verdade, em verdade vos digo: o servo não é maior do que o seu Senhor, nem o enviado é maior do que aquele que o enviou. Se compreenderdes estas coisas, sereis felizes, sob condição de as praticardes” (João, 13, 13 – 17).

Esta igreja verte-se na tradição de Jesus segundo os evangelhos, fundamenta-se nas bases históricas do catolicismo como universalidade da experiência de Jesus e dos profetas na denúncia dos pecados econômicos, políticos e sociais e na comunhão anglicana enquanto vivência absolutamente respeitosa, colocando-se no lugar e ao lado do outro enquanto ser construído culturalmente e de inesgotáveis sabedorias.

Tomamos a experiência profética na perspectiva do Novo Testamento  também como quem caminha na realização das sementes e valores do Reino implantado por Jesus.

Neste sentido, nossa vocação é para a comunhão profunda como comunidade orgânica que se ama, se respeita, se solidariza, se apoia e acolhe com profunda fraternidade a todos e a todas quantos/as aspiram um mundo sinalizado pelo amor que Jesus viveu e ensinou.

Quer ser eclesiano – membro – ministro/a leigo/a nesta igreja em qualquer parte do mundo?

Quer ser sacerdote ou sacerdotisa, bispo/a nesta igreja e ajudar na missão centrada e mobilizada  no projeto de Jesus?

Nesta igreja nos engajamos num processo de conversão dos males do capitalismo, notadamente expressos pelo egoísmo concentrador de riquezas e de renda, pelo fundamentalismo e pelo fascismo, como males atrozes na prática de intolerância diabólica, do individualismo, do personalismo, da concorrência fraticida feitas por decisões tomadas em organizações subterrâneas e historicamente inimigas da justiça social e da paz fraterna.

Para nós os sacramentos são sinalizações da graça de Deus e dos mistérios da salvação libertadora de Jesus e não produtos comerciais vendidos no mercado religioso neoliberal.

Se você deseja ardentemente participar desse projeto eclesiológico aí na sua comunidade, em qualquer parte do mundo, notadamente no Brasil e na América Latina, ambos abalados pelos danos do imperialismo internacional, a besta apocalíptica de hoje,  contate-nos (domorvandil@gmail.com ou pelo what’s app: 62 – 9.9141 – 6655).

Com nossas bênçãos apostólicas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo,

++Dom Orvandil, Arcebispo Primaz.

Autoridade de Jesus após o fracasso na cruz

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Comentário do Evangelho de Mateus 28, 16 – 20, Santíssima Trindade.

Autoridade de Jesus após o “fracasso”  na cruz

Notificação

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“…  Se vocês guardarem a minha palavra, vocês de fato serão meus discípulos; conhecerão a verdade e a verdade libertará vocês” ( Jo 8, 32). 

 

A Câmara Episcopal e Arcebispado Primaz da Igreja Católica Anglicana comunicam a todas as pessoas que lerem esta nota que os Bispos Dom Altamiro Pereira do Amaral, Dom Jorge dos Santos Costa e Dom Ricardo Vicente dos Anjos não mais integram esta Mitra Primacial.

As Dioceses Católicas Anglicanas de Belém e da Santa Cruz de Salvador, responsável pelo Nordeste, até nova orientação coletiva da Câmara Episcopal, por ora ambas são de responsabilidade do Arcebispo Primaz. A Diocese de Mato Grosso do Sul é extinta e reintegrada à Diocese Católica Anglicana do Centro Oeste.

Os bispos supramencionados e os que os acompanham,  excardinados, não dispõem mais do direito de celebrar, batizar, crismar, sepultar ou praticar quaisquer atos em nome da Igreja Católica Anglicana, parcial ou totalmente, nem seus cânones, parcial ou totalmente, doutrina nem as decisões dos Sínodos também parcial ou totalmente nem a denominação parcial ou totalmente,  sob as penas da lei.

Outrossim, comunicamos que a Igreja Católica Anglicana segue fiel aos Cânones e às soberanas decisões de seus Sínodos, com o povo como sujeito da Igreja como deveria ser na sociedade,  e à sua “opção preferencial pelos pobres” na perspectiva profética de denúncia de todas as injustiças impostas milenarmente no mundo e secularmente no Brasil e na América Latina.

A Igreja Católica Anglicana não compactua jamais com atitudes escusas nem com articulações com organizações subterrâneas que ajudam a sustentar o capitalismo desumano, opressor, desagregador, predatório da justiça, da comunhão coletiva, da democracia e da soberania dos povos e das nações.

Nesta conjuntura de trevas, no Brasil sob o terrível golpe de Estado que avança avassalador, ameaçando toda a  América Latina, com danos diabólicos sobre os/as trabalhadores/as e os/as pobres, que já gemem e morrem feitos escombros com suas carnes expostas aos corvos ávidos de nossos riquezas, a Igreja Católica Anglicana repudia intransigentemente todas as maledicências para destruir imagens de bispos, clérigos,  leigos/as, comunidades e a toda a Igreja fielmente comprometidos/as com Jesus de Nazaré, que sempre condenou o ódio, a ganância, a avareza e as injustiças.

Reafirmamos nosso dom e vocação proféticos, arraigados na ampla participação do clero e dos/as leigos/as nas decisões da Igreja, com ojeriza ao espírito de casta clericalista, sempre sedento de poder, de prestígio e de dinheiro a quaisquer custos.

Reiteramos a nossa fé em Jesus e não em messias corruptos, aliados dos poderosos, gangster, sem negociação de espécie alguma sob pena de heresia,  mantendo-nos seguros de que optamos pelo Reino de compaixão, de justiça e de paz que nosso Senhor Jesus Cristo inaugurou com seu nascimento, ministério, sacrifício na cruz e na ressurreição.

Nestes pressupostos se fundam a nossa fé.

A todas as pessoas que lerem esta nota rogamos a bênção apostólica em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Goiânia, 24 de maio de 2018 do ano da graça de Nosso Senhor Jesus Cristo.

++Dom Orvandil Moreira Barbosa, Arcebispo Primaz.

Vigiar é agir e orar no e pelo mundo

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Clique  para acessar o comentário do Evangelho do primeiro domingo do advento de 2017 (03/12/17); Marcos 13, 33 – 37.

Vigiai e orai

 

Acesse a página “Reflexões evangélicas” para ver comentários do evangelho

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O juízo final como projeto de vida. 

Igreja preguiçosa?

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É honesto, desde a lógica da fé, perguntar-nos se temos sido responsáveis e coerentes na missão confiada a nós por Jesus em sua Páscoa-Pentecostes.

Mais que herdeiros da missão de Jesus, somos os primeiros responsáveis por levar a termo o que compreende o projeto de Deus para o mundo e a humanidade.
Mais que herdeiros da missão de Jesus, somos os primeiros responsáveis por levar a termo o que compreende o projeto de Deus para o mundo e a humanidade. (Reprodução/ Pixabay). Continuar lendo

Bispos denunciam e anunciam: “Manifesto à Nação Brasileira”

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“Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim” (Isaías 6, 8).  

Nós bispos da Igreja Católica Anglicana passamos três dias juntos em oração  e em reflexão sobre a vontade de Deus para o Brasil e para o nosso povo, reunidos em Sínodo Nacional em Cametá, Pará, de 09 – 12 de novembro  de 2017,  com trabalhadores das águas, das matas, dos campos e da cidade, muitos e muitas da academia como educadores/as e educandos/as, muitos/as quilombolas, negros, negras e ameríndios/as perseguidos/as por ruralistas e grileiros gananciosos, vimos à Nação Brasileira nos manifestar: Continuar lendo

Convocação  do II º Sínodo da Igreja Católica Anglicana

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Em conformidade com o artigo 28º dos Cânones da Igreja Católica Anglicana, registrados em cartório,  que dispõe sobre o Sínodo Primacial, convoco os Bispos, membros  da Câmara Episcopal, delegados clérigos, delegados leigos, os membros do Supremo Tribunal Eclesiástico e do Conselho Executivo Administrativo Primacial para a reunião sinodal da Igreja Católica a realizar-se na cidade de Cametá, Estado do Pará dos dias 09 a 12 de novembro  conforme programação abaixo.

Goiânia, 09 de outubro de 2017.

++Dom Orvandil Moreira Barbosa – Arcebispo Primaz.

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Maria canta a derrubada dos poderosos e a elevação dos humildes

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Comentário do Evangelho de Lucas 1, 46-56 (20/08/17)

 

 

Em breve manifesto da Câmara Episcopal à Nação

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Em face da angustiante crise nacional brasileira, que abala as bases econômicas, políticas, culturais, éticas e religiosas de nosso povo em breve a Câmara Episcopal da ICA publicará manifesto à Nação.

Diocese Centro Oeste

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Bispo Dom Orvandil Moreira Barbosa

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